Crédito ou débito: qual a melhor forma de pagamento e as diferenças?

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Entre crédito ou débito, qual é a melhor forma de pagamento?

Acredite, essa é uma pergunta valiosa e que gira rotineiramente na cabeça do consumidor brasileiro. Acontece que cada uma dessas modalidades de pagamento tem as suas características, vantagens e pontos de atenção.

É por isso que reunimos dicas completas sobre ambos. Veja abaixo o que vamos discutir ao longo deste artigo:

  • Quais são os conceitos de crédito e débito?;
  • Como funciona o cartão de crédito?;
  • Como funciona o cartão de débito?;
  • Quando usar o crédito ou débito?;
  • Crédito ou débito: qual a melhor forma de pagamento?

Com isso, você pode tirar as suas dúvidas e entender que no crédito ou débito, a melhor forma de pagamento é aquela que se adapta às suas necessidades.

Veja a seguir tudo o que preparamos sobre o assunto para você nem entrar nas dívidas e valorizar o seu bem-estar financeiro!

Quais são os conceitos de crédito e débito?

Embora sejam parte de um conceito amplo de pagamento, escolher entre crédito ou débito define algumas particularidades na maneira de quitar uma pendência financeira.

Por exemplo: toda a ideia da compra a crédito se define como um modelo de “compre agora e pague depois”. Assim, todas as despesas acumuladas em determinado período vem de uma vez só no dia em que a fatura fechar — que ocorre uma vez ao mês.

Já o débito consiste em ser um meio imediato de pagamento e que desconta diretamente do saldo em sua conta digital ou conta corrente.

Isso significa que o débito demanda que você tenha saldo em conta para efetuar a compra. Para usar o cartão de crédito não, mas pode trazer grandes problemas caso você não tenha saldo suficiente quando a conta da fatura chegar.

Sabendo os conceitos de crédito ou débito, qual a melhor forma de pagamento então? Entenda como funciona cada opção para decidir quando usar. 

Como funciona o cartão de crédito?

Para explicar melhor o problema acima citado, vamos entender como funciona o cartão de crédito.

Em teoria, é como se a instituição financeira com a qual você fez o cartão emprestasse um limite de crédito e você só vai quitar essas pendências no mês seguinte.

A princípio, isso parece vantajoso. E de certa forma ate que é. O problema reside nos gastos sem o menor planejamento financeiro.

Afinal de contas, a possibilidade de comprar agora e pagar depois pode criar a falsa sensação de que temos mais dinheiro do que de fato possuímos.

Até por isso, é tão comum vermos pessoas endividadas com o cartão de crédito. Quando não há saldo suficiente para quitar a fatura, o consumidor tem a opção de parcelá-la ou até mesmo entrar no crédito rotativo.

Ambas as opções permitem que você tenha mais tempo para quitar a fatura. O problema é que os juros praticados são altíssimos, o que pode criar uma dívida gradualmente acumulativa e difícil de liquidá-la.

Por outro lado, quem usa esse intervalo entre a compra e o vencimento da fatura pode fazer o seu dinheiro render melhor. Pessoas com um bom planejamento financeiro transformam o cartão de crédito em um aliado e não em vilão do seu bem-estar financeiro.

Uma boa maneira de entender como usar esse meio de pagamento em seu favor é conferindo nosso artigo que conta em detalhes como controlar os gastos com o cartão de crédito!

Regrinhas valiosas para usar o cartão de crédito com consciência

Separamos algumas orientações básicas para você evitar os juros abusivos dos cartões e ter um fôlego maior para pagar as suas contas e viver com elas em dia e harmonia com a sua rotina:

  • Pague o valor integral da fatura. Pagar o valor mínimo ou parcelar a fatura devem ser o último recurso e não o procedimento padrão;
  • Evite muitos cartões de crédito. Isso facilita a perda de controle de despesas e até favorece o acúmulo de dívidas e o aumento da inadimplência em curto e médio prazos;
  • Não pense no limite do cartão de crédito como parte da sua renda. Em vez disso, tenha um teto de gastos com base na sua renda e orçamento mensais;
  • Evite o cartão de crédito para o pagamento de contas, como luz, água e internet. Em geral, são cobradas taxas extras para esse tipo de conveniência, o que só aumenta os gastos mensais;
  • Cuidado com a compra de medicamentos de uso contínuo com o cartão de crédito porque, no geral, as compras recorrentes a prazo não oferecem vantagens para o comprador. Por sua vez, considere-as como parte dos gastos mensais (como você já faz com outras despesas mensais, como aluguel, contas, etc.).

Com atenção, disciplina e planejamento, você vão saber escolher assertivamente entre crédito ou débito, qual a melhor forma de pagamento e evitar que as dívidas façam parte do seu orçamento mensal.

Como funciona o cartão de débito?

Por sua vez, como já antecipamos, o débito usa imediatamente o saldo disponível na sua conta corrente (ou digital) ao efetuar uma compra.

É como um saque, com a conveniência de não precisar ter o dinheiro em espécie no ato.

Mas se engana quem acredita que toda essa objetividade e praticidade não pode causar problemas para o consumidor. Afinal de contas, mesmo quem não tem saldo disponível na conta pode realizar uma compra no débito.

Isso acontece por causa do cheque especial, que é um limite pré-aprovado pela instituição financeira e passa a ser usado assim que a sua conta estiver negativa.

Como você deve imaginar, os juros são elevados e podem dificultar a vida de quem está à procura de sair do endividamento de vez.

Sem o devido planejamento, é fácil cair nessas armadilhas financeiras. Por mais que seja uma opção rápida e que funciona como uma espécie de saque, o débito deve ser usado com cuidado e total consciência de quanto você tem disponível em conta e o quanto pode gastar mensalmente.

Quando usar o crédito ou débito?

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Com base no que já adiantamos ao longo do artigo, crédito ou débito são opções atrativas e que podem ser usadas de acordo com características especiais.

Mas independentemente de qual seja, o seu autocontrole e disciplina financeira são fundamentais para garantir decisões acertadas e livre de imprevistos.

Mesmo assim, vale reforçar quando um momento em particular exige a compra via crédito ou débito. Vamos a elas?

Compras do dia a dia

Vai ao supermercado ou tem uma lista de compras na farmácia ou em locais corriqueiros? Então, entre o crédito ou débito, qual a melhor forma de pagamento? O recomendado é a segunda opção.

Isso facilita o controle de gastos que você tem ao longo do mês, sem ter que fazer o cálculo posteriormente com base no acúmulo de despesas na sua fatura do cartão de crédito.

Obter benefícios

Se você tem um bom planejamento financeiro e ainda participa de programas de benefícios e de pontuação, o uso do cartão de crédito pode ser um diferencial positivo.

Isso porque o valor das suas compras é convertido em pontos que com o tempo, podem ser convertidos em serviços, produtos e benefícios em geral. Uma certa economia futura, portanto, estimulada pelo uso do cartão de crédito.

Compras de elevado valor

Às vezes, por mais que você tenha o saldo disponível em conta, entre o crédito ou débito, escolha o primeiro em contas de elevado valor. Como uma TV, por exemplo.

Assim, ao parcelar a compra, você mantém o saldo positivo em sua conta digital ou corrente e as parcelas não vão pesar nas suas faturas seguintes — e caso participe de programas de pontuação, você ainda sai ganhando mensalmente com essa vantagem.

Cuidado apenas para que as despesas sejam devidamente lembradas na composição do seu orçamento para que você não o exceda ao longo dos meses em que as parcelas vão cair nas próximas faturas.

Mais controle das despesas

Para um esforço mais simplificado de controle de gastos, fique com o débito. Afinal de contas, o desconto no seu saldo é imediato. Isso faz com que você visualize prontamente o quanto você ainda tem de recursos na sua conta e evite novas despesas justamente por conta disso.

O mesmo vale para quem não deseja andar com dinheiro em espécie. O débito é muito conveniente, nesse sentido. Ainda mais porque o Brasil já é um país em que muitos estabelecimentos aceitam esse tipo de pagamento.

Mais segurança e comodidade para você e com menos riscos de obter incidências de taxas e juros como ocorre com o cartão de crédito.

Crédito ou débito: qual a melhor forma de pagamento?

Quando de trata de crédito ou débito e qual a melhor forma de pagamento, deve ter dado para perceber que não existe uma resposta definitiva para isso, certo?

Ambos os meios têm as suas vantagens e os cuidados que devem ser tomados antes de tomar qualquer decisão. Sem disciplina e planejamento, as dívidas podem acontecer independentemente do meio de pagamento utilizado.

Daí, a importância em ter mais educação financeira e lidar com as suas despesas de maneira controlada e consciente, sem deixar-se seduzir pelas ofertas fáceis (e com juros altos) de crédito.

Por isso, caso você tenha mais dúvidas e queira saber um pouco mais a respeito do crédito ou débito e também as melhores práticas para usar o dinheiro em seu benefício e não torná-lo em um inimigo, fique sempre de olho em nossas novidades!

Dinheiro com segurança e custo baixo: o brasileiro não abre mão

Ter dinheiro disponível na conta é uma forma de conseguir equilibrar o uso do crédito ou débito e qual a melhor forma de pagamento.

Mas nem sempre o saldo está positivo ou com folga para fazer essa opção, não é mesmo? Para solucionar essa questão, as empresas podem apoiar esses colaboradores.

Conheça a ferramenta Xerpay e saiba como funciona o sistema que implementa o pagamento sob demanda, ou seja, os colaboradores de uma empresa podem antecipar parte de seus salários quando precisarem.

Essa ferramenta está mudando a forma como os funcionários lidam com o seu salário e gerando mais satisfação e motivação no trabalho.

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