Problemas financeiros: causas e como resolvê-los?

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Você sai para trabalhar todos os dias, mas quando chega em casa o estresse das contas não te deixa dormir? Isso é um reflexo de como os seus problemas financeiros estão interligados com a saúde emocional.

De acordo com dados da Confederação Nacional do Comércio publicados em junho de 2020, 67% das famílias brasileiras estão com dívidas. Além disso, segundo relatório do Banco Central, 4,5 milhões de endividados no Brasil não têm a mínima condição de quitar esses valores.

Outra informação: nosso país também figura entre os primeiros na lista dos mais ansiosos do mundo. Coincidência? Pode até ser, claro. Mas é fato que é algo a se pensar.

Quem nunca se viu naquela situação em que a falta de dinheiro realmente tira o sono. Vem aquele calafrio quando os boletos começam a chegar e o desespero de pagar um aluguel, condomínio ou a escola dos filhos.

Nossa saúde mental é sim impactada por esses problemas. A insônia e a ansiedade são só alguns dos sinais de que é necessário pensar com mais carinho para resolver problemas financeiros.

Pensando nisso, nós da Vittude preparamos esse texto em parceria com o blog do Xerpay. Quer saber mais a respeito e descobrir como lidar com os problemas financeiros? Continue a leitura deste artigo!

O que são problemas financeiros?

Problemas financeiros são desequilíbrios na gestão do seu dinheiro que levam a dívidas, atrasos no pagamento de contas e, consequentemente, a inclusão do nome em serviços de proteção ao crédito como o Serasa.

Quando o dinheiro entra na conta, mas não existe um planejamento de como utilizá-lo, as chances de que ele seja mal utilizado são grandes.

Então, se você não tiver um acompanhamento mensal dos gastos prioritários e obrigatórios e gastar seu salário antes de fazer esses pagamentos, você vai enfrentar problemas financeiros.

Além disso, outras atitudes como utilizar crédito extra a juros altos ou investir seu dinheiro em fontes de baixo rendimento, podem complicar sua saúde financeira.

O importante ao analisar se você está em apuros com problemas financeiros, é pensar como você pode resolver e por onde começar.

Quais as principais causas dos problemas financeiros

A relação entre as pessoas e o dinheiro é conturbada. É difícil organizar a vida financeira e muitas pessoas acabam vivendo sempre com as contas no vermelho, sem condições de se manter ou aproveitar alguns prazeres da vida.

É possível dividir as principais causas dos problemas financeiros em alguns cenários, comuns na realidade brasileira.

Existem aqueles que devido à desigualdade, não recebem o suficiente para garantir a sobrevivência. Nesse caso, não há malabarismo nas contas que solucione.

Muitos vão tentar apostar em um segundo emprego ou até mesmo começar um negócio próprio com pouco investimento para aumentar a renda.

Na outra ponta, estão aqueles que até têm o suficiente para sobreviver, mas para conseguir isso precisam deixar de lado diversas contas todos os meses, formando uma “bola de neve” da qual é muito difícil se desvencilhar.

Além desses, há também quem sustentava uma condição financeira confortável, mas, em algum momento, um fato isolado fez com que os gastos aumentassem substancialmente.

Nesse caso, isso gera uma redução no padrão de vida que se não for feito, fará com que as dívidas sejam incontáveis.

Esses são apenas alguns exemplos das principais causas dos problemas financeiros e como eles podem afetar a condição financeira de alguém.

Porém, é fato que na maioria desses cenários a pessoa endividada se vê sem saída a não ser buscar um empréstimo particular ou com empresas financeiras (o que amplia ainda mais as dívidas).

Porém, o ponto principal aqui em relação a problemas financeiros é que dinheiro não é algo que pode ser simplesmente esquecido. Afinal, é dele que sai o nosso sustento e as necessidades básicas de sobrevivência.

Ou seja: muitas vezes, se preocupar com a condição financeira é igual a se desesperar com a falta de recursos mínimos para viver.

Como resolver problemas financeiros?

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Devido à influência que o dinheiro tem em nossa vida, é muito difícil que os problemas financeiros não afetem em nada a nossa saúde emocional.

Entretanto, é possível minimizar esse impacto tentando adotar atitudes mais positivas, firmes e decididas diante das dívidas acumuladas.

Aprenda algumas iniciativas de como resolver problemas financeiros abaixo e, se estiver nessa situação, coloque em prática.

1. Aceite sua condição financeira

Em uma situação de desespero por causa de dívidas, a primeira ação mais comum é a negação, ou seja, não dar importância ao quanto tudo pode ser grave e não pensar nas consequências.

Basicamente, os boletos se acumulam, você ignora as ligações de cobrança e a vida segue seu curso sem nenhum tipo de solução.

Isso é um erro, principalmente porque em termos de problemas financeiros. A cada dia que uma dívida não é paga, ela aumenta de valor e esse processo se torna um verdadeiro rolo compressor. Em alguns anos ou até menos, as dívidas acumuladas serão muito maiores do que no início.

Portanto, o melhor a se fazer é aceitar o que está acontecendo e tentar entender tudo de maneira racional. Pense nos seguintes pontos:

  • sente e analise todas as suas contas;
  • identifique onde errou na hora de gastar o seu dinheiro;
  • veja se há condições de manter o padrão de vida como está.

Pode ser difícil cortar alguns supérfluos ou pequenos prazeres, mas às vezes é necessário. Futuramente, sem problemas financeiros, sua vida será bem mais tranquila.

Leia também: 15 dicas de economia doméstica para reduzir gastos em casa.

2. Converse sobre a situação com as pessoas

Ninguém está dizendo que você precisa ir até uma rede social e postar “Estou com X reais em dívidas e queria contar para vocês”.

Mas, falar sobre o que está acontecendo com os outros pode ser uma ótima maneira de ter um auxílio para lidar com os problemas financeiros. Afinal, acumular tudo só em você é um dos principais pontos para que isso comece a afetar sua saúde mental.

Esse tipo de conversa também não envolve pedir dinheiro emprestado. A ideia é somente dividir o peso, entendeu? Converse com familiares, amigos mais próximos, seu marido/namorado ou esposa/namorada.

Explique as questões e veja como eles podem ajudar, ainda mais sendo um problema pelo qual alguém próximo de você provavelmente já passou.

Se for um casal com as finanças compartilhadas, é ainda mais importante ter esse tipo de diálogo! Além disso, ter colegas, parentes e companheiros que entendem sua condição é o passo certeiro para se desvencilhar do desejo de afastamento e da vergonha.

Assim, você não precisa passar por um enorme desespero sempre que precisar trocar um jantar fora a dois por um lanche em casa ou não puder ir ao bar com os amigos, por exemplo.

3. Aposte na terapia

Apesar de existirem soluções para os problemas financeiros, muitas vezes não dá para manter a saúde mental intacta diante de muitas dívidas.

Ou pensando de outra maneira, pode ser que você realmente tenha problemas para lidar com dinheiro e isso não é algo pelo qual você precise ser tão duro consigo mesmo, nem ter medo, vergonha ou se desesperar.

A questão é que sem estabilidade emocional será muito mais difícil fazer algo a respeito dos problemas, ainda que encontre as melhores soluções.

Para ajudar com isso, a terapia é um ótimo passo e vai te guiar nessa jornada de compreensão desse universo de sentimentos.

Com um tratamento adequado, você entenderá melhor

  • como lida com dinheiro;
  • como vê suas finanças;
  • como pode respirar e resolver tudo com mais tranquilidade, de maneira racional.

Além disso, ao conversar com um psicólogo, você também poderá evitar que a ansiedade, depressão e os outros sinais apareçam caso haja outra crise dessas um dia, pois já saberá controlar sua mente para trabalhar as possibilidades e soluções.

Na Vittude, você encontra profissionais de diversas especialidades com encontros a preços acessíveis, tanto online quanto presencialmente.

A equipe garante que mesmo em um momento de incerteza, você possa fazer um investimento em você e aproveitar melhor a sua vida, com menos crises e a saúde mental em dia!

4. Comece a quitar as dívidas

O ponto principal quando se lida com problemas financeiros é que quem deve deseja pagar, e a empresa ou pessoa para quem você deve, com certeza, quer receber.

Dessa maneira, o melhor a fazer é começar a buscar as soluções para quitar os valores por meio de acordos e descontos.

Estude suas finanças e veja as possibilidades de quitação que terá. Caso haja capital para isso, separe um valor específico por mês e destine-o às dívidas, repartindo e dando mais importância para aquelas com juros maiores ou que envolvem serviços básicos necessários (luz, gás, aluguel, água, condomínio).

Se julgar válido, peça ajuda para um amigo que entenda de contabilidade ou até mesmo que saiba lidar bem com a vida financeira.

Às vezes tudo o que falta é organização e você na verdade já tem tudo na mão para resolver seus problemas financeiros.

5. Evite se endividar mais

Para muitas pessoas, a solução mais simples para pagar as dívidas é fazer um empréstimo. De fato, pode ser uma boa opção em alguns casos, mas precisa de planejamento.

Empréstimos nada mais são do que novas dívidas e eles podem até substituir as antigas, mas se não houver um cálculo muito apurado e preciso do quanto você ganha ao pagar as parcelas ao invés dos boletos de cobrança, existem grandes chances de perder dinheiro.

Portanto, evite esse tipo de despesa e não aja por impulso. Esgote todas as opções antes de recorrer ao crédito.

Uma ideia é procurar vender alguns itens que você não usa em casa ou aquele carro que gera mais gastos do que proporciona conforto. Existem muitos lugares na internet próprios para isso e logo você encontrará compradores.

Outra possibilidade é buscar por oportunidades de renda extra. Há muito espaço no mercado para empreendedores independentes hoje e se você tem algum talento especial, pode fazer dinheiro com ele (principalmente se não for necessário investir muito). Não há porque não tentar.

Fora isso, não podemos esquecer as vagas para freelancers, que podem trabalhar sob demanda e garantir uma quantia a mais para ajudar no pagamento das dívidas.

Quais as consequências dos problemas financeiros?

Às vezes, na correria do dia a dia, ainda mais quando estamos brigando com a conta corrente, é difícil de perceber exatamente o que os problemas financeiros estão fazendo com a gente.

É fácil perceber uma dor na perna ou um torcicolo, mas não é tão simples assim parar e analisar como a nossa mente está lidando com essa situação.

Sem perceber os sinais, muitas pessoas acabam não dando a devida importância a isso e os sintomas vão afetando todos os aspectos da vida aos poucos, até que seja realmente difícil conviver com eles.

Por isso, é importante entender quais detalhes merecem a sua atenção e podem significar que seus problemas financeiros estão afetando sua saúde emocional. Veja alguns exemplos:

  • Crises de ansiedade;
  • Sintomas físicos
  • Impactos emocionais
  • Vergonha;
  • Desejo de afastamento;
  • Depressão;
  • Vícios.

Confira abaixo mais detalhes sobre como cada um deles pode impactar sua vida.

Crises de ansiedade

Segundo a pesquisa feita pela CNDL, mais de 60% dos entrevistados relataram a ansiedade como o transtorno mental com o qual convivem. Isso faz com que ele seja o mais comum entre os participantes.

Por parecer somente uma preocupação ou um receio, a ansiedade é muitas vezes ignorada e vista como algo passageiro. Entretanto, é necessário conhecer os outros sinais (físicos e psicológicos) de que ela está presente para entender a gravidade do problema.

O medo e a tensão constantes não estão, obrigatoriamente, relacionados a crises de ansiedade, mas fazem parte do quadro de sintomas — principalmente quando se apresentam em níveis alarmantes.

Por isso, se verificar que a situação está se tornando insustentável é uma boa ideia passar a avaliar os sinais com mais cautela.

Além dessa sensação de nervosismo persistente, a ansiedade afeta também a concentração, tira os pensamentos do eixo e faz com que pareça que tudo sempre dará errado.

Também dificulta a busca por soluções e impede que o problema financeiro seja deixado de lado mesmo nos momentos mais descontraídos.

Se começar a aparecer a insônia e uma irritabilidade incômoda, que impede que você consiga lidar com o dia a dia, a ansiedade pode estar presente.

É em momentos de crise como esse que pode haver um comportamento diferente por parte da pessoa que está com problemas financeiros.

Relacionamentos, amizades e até vínculos familiares podem ser rompidos porque ela simplesmente não consegue direcionar sua atenção a mais nada nem ninguém, além de apresentar atitudes violentas tanto verbal quanto fisicamente.

Sintomas físicos

Em relação aos sintomas físicos, quem tem crises costuma também perceber:

  • aumento no suor e tremores;
  • boca seca;
  • sensação de fraqueza;
  • aumento no ritmo cardíaco;
  • dores relacionadas à tensão de músculos ou no estômago.

A ansiedade ainda pode evoluir para a síndrome do pânico. Nesse caso, os sintomas se intensificam e a sensação de medo é tão forte que muitas vezes é praticamente impossível sair de casa ou viver em sociedade.

Portanto, se a tensão dos problemas financeiros não consegue te deixar parar de pensar em dinheiro e isso começou realmente a te tirar a tranquilidade, fique atento aos sintomas.

Impactos emocionais

Segundo uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), oito em cada dez inadimplentes com contas em atraso há pelo menos três meses afirmam ter sofrido impactos emocionais negativos por causa das dívidas.

Com essa mistura de impotência, desespero, culpa e a luta para sobreviver (e muitas vezes sustentar os filhos ou familiares), isso sem falar nas ligações constantes de cobrança, surge um nó na mente que faz com que a gente entenda que não existe nenhuma solução para isso.

É difícil manter a cabeça tranquila desse jeito, certo? Assim, logo passam a surgir alguns sintomas que mostram que a saúde mental não vai bem, e precisa de cuidados.

 

Vergonha

Quem nunca teve que lidar com problemas financeiros, certo? É algo mais comum do que parece. Mesmo assim, é normal que quem passa por isso fique envergonhado. Mais de 54% dos entrevistados pela CNDL declararam ter passado por isso durante o período de inadimplência.

Pode acontecer por diversos motivos:

  • não ter dinheiro para ir naquele barzinho com amigos;
  • ser cobrado com frequência;
  • ter que dialogar com os cobradores;
  • assumir que não poderá pagar as dívidas;
  • não conseguir prover o necessário para a família;
  • ter que aceitar ajuda de amigos e parentes, entre outros.

Independentemente do motivo, a vergonha pode ocorrer e não é nada fora do comum, apesar de não ser o ideal. O que precisa ser visto com atenção é a intensidade com que essa sensação te afeta.

Quando o constrangimento atinge o nível de exigir que você se afaste das pessoas e te impeça de conversar com amigos ou sair com eles para qualquer local, ele precisa ser visto como algo que está impactando sua saúde mental.

Sabe aquele momento em que seus amigos te chamam para acompanhá-los em algum passeio e você, que nunca recusa nenhum convite, nem responde a mensagem porque está sem dinheiro para nada e sente vergonha de falar sobre isso?

Pode ser um sinal de que os problemas financeiros merecem sua atenção e, se possível, uma mudança de atitude.

Desejo de afastamento

Outro dos sinais que indicam que sua saúde emocional está sendo afetada pelos problemas financeiros é o desejo de se afastar de tudo e todos o máximo possível.

O constrangimento é um fator que pode causar essa vontade. Medo de incomodar os outros, medo do que os outros vão dizer.

Pense assim: o mais comum é que ao ver um amigo em uma situação complicada, a pessoa tente ajudar, certo?

Nesse caso, há poucas maneiras de auxiliar que não sejam, efetivamente, oferecendo dinheiro. Aceitar esse tipo de ajuda é algo complicado para muitos, pois sentem que estão incomodando, gerando problemas e causando um alvoroço desnecessário na vida dos amigos que oferecem esse auxílio.

Assim, começa o sentimento de culpa de que enquanto endividados não trazemos nada de bom para a vida dos outros. É com esse cenário que o afastamento parece a melhor solução. Afinal, se não vemos ninguém, não precisamos falar dos problemas e também não existirão as ofertas de ajuda, certo?

A questão é que se afastar faz com que a solidão comece a afetar muito a vida, fazendo com que namoros terminem e contatos sejam perdidos. Isso sem falar no quanto impacta no lado profissional e nos estudos.

Quando isso é somado a todos os sentimentos com os quais precisamos lidar em momentos como esse, a saúde mental pode sofrer mais ainda e, então, há a chance de aparecerem os sintomas de depressão.

Depressão

A depressão é caracterizada por uma tristeza profunda e, muitas vezes, perda do sentido da vida e do autodesenvolvimento.

Não necessariamente ela será causada pelos problemas financeiros em si, pois a tendência aos sintomas depressivos pode ser parte da vida da pessoa e se manifestar com mais força nesse momento de ansiedade extrema.

Caso a pessoa já lide com a depressão e passe por um problema crítico como esse, há a possibilidade de ela se agravar muito.

Portanto, caso a situação seja essa, é altamente recomendado ficar atento às reações do corpo, da mente e aos próprios comportamentos e dizeres de quem está sofrendo com isso.

De modo geral, a doença traz, além da tristeza, sentimentos muito similares aos da ansiedade, mas acompanhados da languidez e falta de energia, vontade de viver e desesperança.

É necessário, inclusive, acompanhar para ver se é realmente um quadro depressivo ou ansiedade (um psicólogo pode ajudar).

Outro detalhe é que enquanto a pessoa ansiosa irá procurar algo para fazer e fugir das preocupações aproveitando o que lhe dá prazer, quem apresenta depressão não terá nem esse desejo. Hobbies, esportes e qualquer outra atividade prazerosa será deixada em segundo plano.

Vícios

O surgimento de novos vícios também é um sinal de que as consequências dos problemas financeiros estão indo além. Na busca por algo que tire a cabeça dos problemas, a pessoa endividada acaba substituindo uma obsessão por outra.

Saem as questões financeiras e entram os jogos, o álcool, as drogas e até outros vícios mais “leves” como os videogames ou as séries.

Todos eles acabam dificultando ainda mais o contato social e o ato de sair de casa, até mesmo para as necessidades básicas.

O fato é que esses tipos de consumo tiram a pessoa da realidade e é exatamente o que ela precisa naquele momento. Por isso, é muito mais fácil que um interesse venha a se tornar algo obsessivo.

Ao descobrir algo que tire a mente do dinheiro, é importante medir o quanto aquilo consumirá da vida e tomar cuidado para que não se torne um vício.

O que fazer para resolver problemas financeiros?

O primeiro passo para resolver problemas financeiros é aceitar que eles existem e, em seguida, organizar em uma lista quais pagamentos terão prioridade. Comece pelas contas que têm taxas de juros mais altas e também por contas de necessidade básica e assim por diante. Pense também em maneiras de ter uma renda extra.

Porque as pessoas têm problemas financeiros?

A falta de educação financeira é uma das principais causas dos problemas financeiros. Como não somos ensinados a lidar com dinheiro, as pessoas têm dificuldades em escolher as melhores soluções financeiras, não guardam dinheiro e se contentam em pegar alternativas fáceis, mas caras, como o cheque especial.

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